São Tome e Príncipe continua na liderança da Arctel

Abertura da assembleia-geral da ARCTELO país acolheu de 13 a 14 do corrente mês a IX Assembleia Geral da Associação dos Reguladores de Comunicações e Telecomunicações (Arctel) da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O encontro juntou os responsáveis das Associações Reguladoras de Comunicações e Telecomunicações da CPLP, concretamente Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Angola, Portugal, Brasil, Timor-Leste, Guiné-Bissau e Guiné Equatorial, durante o qual foram analisados 13 pontos, entre outros, a adesão de Timor-Leste e da Guiné Equatorial na organização; o plano de atividades do ano transato e proposta para o ano corrente; ratificação de quatro protocolos com diferentes instituições parceiras.

A cerimónia de abertura foi dirigida pelo presidente do Conselho de Administração da Autoridade Reguladora Nacional (ARN), Abu Jaquité que afirmou, na ocasião, que a IX Assembleia Geral da Arctel debruçará sobre muitos temas da atualidade e de interesse para a coletividade.

O presidente da ARN disse que as medidas que o coletivo irá adotar sejam de interesse de todos os membros da Arctel, o que lhes permitirá refletir sobre as atividades realizadas durante o ano passado e que serviu de guião para o encontro de Bissau.

Este responsável disse esperar que a IX Assembleia Geral produza resultados desejados de modo a permitir que a comunidade possa trilhar caminhos de desenvolvimento que todos almejam.

A terminar, Abdu Jaquité afirma que o país sai prestigiada com a presença da Arctel-CPLP na pátria de Amílcar Cabral, esperando que o calor humano e a simpatia que lhes foi dispensada, bem como as condições oferecidas estejam a altura dos sentimentos de fraternidade e amizade que têm para com o povo guineense.

Por sua vez, Orlando Fernandes, presidente em exercício de Associação de Reguladores da CPLP, sublinhou a importância do encontro, pois que esta assembleia é também a primeira que reúne toda a família da comunidade lusófona, em que marcaram presença as representações do Timor-Leste e da Guiné Equatorial.

Este responsável recordou que a primeira Assembleia Geral da Arctel, realizada em Maputo, capital do Moçambique, onde debateram os primeiros passos que deveriam ser dados com o objetivo de buscar a institucionalização e consolidação da Arctel, como uma entidade reconhecida a nível internacional, tem a perfeita noção do que já atingiram. Acrescentou que hoje são reconhecidos no quadro internacional do setor  e são um agente ativo no contributo para o desenvolvimento das comunicações, sobretudo no âmbito da União Internacional das Telecomunicações.

O mandato da associação acima mencionada é de dois anos renovável. Entretanto, no ano passado foi eleito São Tomé e Príncipe, cujo mandato ainda não terminou. Timor-Leste acolherá o próximo encontro.

De referir que decorre de 15 a 16 deste mês o 8º Fórum das Comunicações da CPLP, sob tema “Agenda Digital para a CPLP”.

Texto e foto: Elci Pereira Dias

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