Reino de Arábia Saudita vai investir 10 milhões de dólares em energia no país

O embaixador do Reino da Arábia Saudita com residência em Dakar, Alabdan, informou que seu país vai investir na Guiné-Bissau, no domínio da energia, 10 milhões de dólares. Este anúncio foi feito após ter saído da audiência com o Presidente da República, José Mário Vaz.

Segundo este diplomata, havia prometido ao Chefe de Estado que, depois das festas de Ramadão, visitaria o nosso país e foi na base desta promessa que veio à pátria de Amílcar Cabral honrar o compromisso que assumira.

Disse que este país do Médio Oriente está ao lado do povo guineense no seu processo de desenvolvimento e é neste âmbito que o Reino de Arábia Saudita irá disponibilizar o montante anunciado para minimizar a situação de carência de energia elétrica no país.

Para além deste projeto, aquele país vai incrementar vários outros pequenos projetos através do Banco Islâmico de Desenvolvimento para o bem-estar das comunidades e vão também trabalhar seriamente no fortalecimento da cooperação unilateral e bilateral com o Estado da Guiné-Bissau.

Alabdan enalteceu o esforço das autoridades nacionais no cumprimento das agendas internacionais bem como nas de caráter interno.

Disse, por outro lado, que a disponibilização desta verba está a ser concluída através de uma agência. Assim que os trabalhos preparatórios do financiamento estiverem prontos, darão início à fase de implementação.

Depois de receber o embaixador do Reino da Arábia Saudita, o Presidente da República esteve reunido com os presidentes dos Tribunais de Contas da UEMOA, que estão reunidos num seminário anual para fazer balanço das atividades desenvolvidas pelos países membros durante o ano transato.

Em declarações à imprensa, o presidente do Tribunal de Contas da UEMOA, Malick Camará Indiai, disse que os resultados dos trabalhos de todos os países que constituem este organização foram bons. Portanto, foi esta mensagem transmitida ao Chefe de Estado.

Informou que, durante este encontro anual, avaliam o empenho dos Estados membros da União e farão depois o lançamento de bases para o ano seguinte.

Alfredo Saminanco

 

 

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