Primeiro-Ministro defende que o Governo conseguiu estabilizar economia do país

Primeiro-ministro falando aos jornalistas

O Primeiro-Ministro defendeu que não são três indivíduos que legalizam um governo, mas sim o decreto presidencial. “Como bem sabem, temos um sistema semipresidencialista, onde quem tem a maioria parlamentar é que governa”, disse Umaro Sissoco Embaló, lembrou que foi isso que levou à queda de alguns governos.

Esta posição foi defendida numa conferência de imprensa conjunta entre o chefe do Governo, os ministros da Economia e Finanças, do Turismo, da Comunicação Social e do Comércio.

Ao fazer a nota introdutória deste encontro, Sissoco Embaló disse que o executivo vai realizar encontros semelhantes a este com todos os ministros, para fazerem avaliação do seu desempenho ao longo dos meses de governação já decorrido. Portanto, este é o pontapé de saída de uma série de atividades como a que está a ser realizado neste momento.

Sobre a legalidade ou não do Governo, o chefe do executivo sublinhou que tal acontece quando o programa e o Orçamento Geral do Estado forem discutidos na Assembleia Nacional Popular.

“Há pessoas que dizem que este Governo é ilegal mas que, ao mesmo tempo, recebem o salário de um executivo que contestam. Para mim, quando não concordam com um governo, também não devem aceitar receber dinheiro dessa entidade. Isto é apenas uma questão de coerência”, disse.

Umaro Sissoco Embaló disse que conseguiu estabilizar o país em todos os domínios, principalmente no que concerne ao crescimento económico, tendo no plano internacional reatado a cooperação com alguns parceiros bilaterais.

Para responder à preocupação da população sobre a subida dos preços de produtos de primeira necessidade, disse que o seu executivo sentou-se à mesa com os operadores económicos no sentido de negociar a baixa do preço do arroz e rematou: “Hoje, um saco de 50 kg custa 16.500 francos CFA.

Umaro Sissoco Embaló avisou que não vai permitir que alguém se aproveite da escassez de arroz no mercado internacional para especular no preço a praticar no país, porque grande parte dos consumidores não tem poder de compra para fazer face a um aumento brutal dos produtos.

Alfredo Saminanco

 

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