Governo apoia muçulmanos com dois mil sacos de açúcar

 O Governo apoiou os muçulmanos com dois mil sacos de açúcar de 50 kg enquanto um dos produtos alimentícios muito usado no período de Ramadão durante a prática de 30 dias de jejum de alvorada ao pôr-do-sol.

A entrega oficial do donativo foi anunciada no dia 17 deste mês, coincidindo com o vigésimo primeiro dia do mês de Ramadão.

O cálculo de distribuição feita pelas organizações islâmicas estimou um saco por Mesquita devido a abrangência de várias instituições e organizações políticas no donativo.

O vice-presidente da comissão de distribuição do donativo, Braima Camará presidiu o ato e considerou que “mais vale tarde do que nunca” por estar a efetuar uma oferta habitual já nos últimos 10 dos 30 dias de jejum devido às dificuldades internas e por ser um “esforço interno” do Governo.

Braima Camará considerou que o gesto de apoio foi o mais importante do que a quantidade entregue.

Quantidade por regiões

 Setor Autónomo de Bissau fica com 313 sacos; as regiões de Bafatá e Gabú receberam 200 sacos cada; região de Oio levantou 150 sacos; às regiões de Cacheu, Quínara e Tombali foram entregues 100 sacos cada; as regiões de Bolama Bijagós e de Biombo receberam 50 sacos cada.

Distribuição às instituições

Na distribuição por quantidade às instituições foi a seguinte: Presidência da República (50 sacos), Assembleia Nacional Popular (130) e Primatura (50).

Foram ainda doados ao Supremo Tribunal de Justiça 50 sacos; 30 sacos foram para a Câmara Municipal de Bissau; o Ministério dos Combatentes da Liberdade da Pátria recebeu 50 sacos; 50 sacos ao Ministério do Interior; 50 sacos ao Estado-Maior General das Forças Armadas; 30 sacos para o Ministério do Comércio.

Divisão às organizações políticas

 Também foi distribuído o açúcar aos partidos políticos com assento parlamentar conforme se segue: o PAIGC recebeu 50 sacos; o PRS levou 50 sacos; o grupo “os 15” levantou 30 sacos; os partidos PCD, PND e UM foram doados 10 sacos cada.

As organizações islâmicas nomeadamente a União Nacional dos Imames da Guiné-Bissau, o Conselho Nacional Islâmico e Conselho Superior Islâmico e outros repartiram 37 sacos.

Entre os vários movimentos de caris político e social que apareceram ultimamente no país apenas o denominado “Movimento JOMAV” é que beneficiou do donativo de 30 sacos de açúcar.

Questionado sobre o critério de distribuição que “excluiu” muitos ministérios e organizações da Sociedade Civil, Braima Camará pediu compreensão das instituições que não fizerem parte dos beneficiários.

Em nome das organizações islâmicas, Alanso Fati afirmou que uma oferta nunca é tarde e muitos menos considerá-la pequena.

Alanso Fati deixou bem claro que a nível de Bissau cada Mesquita, seja as grandes aonde se rezam às sextas-feiras assim como as pequenas (almadjadjas) foram estimadas a receber um (1) saco de 50 kg de açúcar, cada.

Texto e fotos: Aliu Baldé

 

 

 

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