BCEAO disponível em continuar a cooperar com o Governo

Os dois dirigentes durante o encontroA diretora nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO), Helena Nosolini Embaló, efetuou uma visita de cortesia ao Presidente da República com o objetivo de informar a José Mário Vaz sobre a sua recente nomeação ao cargo.

À saída do encontro, a diretora nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental, Helena Nosolini Embaló, disse que o objetivo da sua vista é de informar ao chefe do Estado sobre a sua recente nomeação ao cargo, e manifestar-lhe toda a disponibilidade do BCEAO em continuar a ser um parceiro construtivo do Governo em tudo que tange o domínio financeiro.

Esta responsável frisou que os resultados das contas externas do ano 2015 que resultaram na apresentação dessas contas, é que o saldo global da balança de pagamento ser positivo, e a balança da transações correntes apresentem igualmente um excedente e, esse crescendo, portanto, é por dois anos consecutivos prova de que há um certo dinamismo no capítulo das exportações, o que é influenciado igualmente pela atividade privada: a exportação da castanha de caju.

Ainda, no mesmo dia, o Presidente da República recebeu a visita do embaixador da República Popular da China, Wang Hua, com o objetivo de informar o chefe do Estado o fim do seu mandato e o seu serviço diplomático na Guiné-Bissau.

Este Diplomata disse que é um momento muito triste, porque terminou o seu mandato, cujo serviço diplomático que durou 3 anos e 7 meses. Junto ao Presidente da República as suas conversas lembraram tudo o que fizeram na área de consolidar, defender, desenvolver e aprofundar as relações de amizade tradicional e histórica.

A Guiné-Bissau é, por enquanto, o único país no mundo e em África, a desfrutar de duas equipas médicas chinesas ao mesmo tempo, uma em Bissau no hospital de Amizade sino-guineense e a outra em Canchungo.

A China e a Guiné-Bissau vão abrir, dentro de pouco tempo, um novo capítulo da Cooperação bilateral que procura as soberanias e as independências, e busca uma cooperação mutuamente vantajosa, porque ambos os povos precisam de empregos e o melhoramento das condições de vida.

Texto e foto: Adelina Pereira de Barros

 

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