Assembleia Nacional Popular promove liderança feminina

As mulheres líderes de várias organizações nacionais apelaram, no dia 30 de junho, aos políticos para que promovam a liderança feminina, conforme o compromisso assumido nas Nações Unidas.

Ao presidir a cerimónia do encerramento do ateliê, a secretária executiva adjunta da Comissão Nacional de Eleições disse que a mulher guineense tem de lutar contra todos os obstáculos e adversidades que impedem a sua promoção.

Isto orque, segundo Cátia Lopes, acreditamos nas nossas capacidades, valores e objetivos mais nobres e generosos das mulheres que nos levam a nunca desistir da construção de uma Guiné-Bissau melhor e próspera.

Lopes exortou o Governo e demais instituições a preocuparem-se mais com as suas ações pragmáticas e dar maior relevância à mulher.

Na sua curta intervenção, a presidente da Comissão Especializada da Assembleia Nacional Popular para a Área da Mulher e Criança assegurou que, graças à amabilidade dos formadores depois deste seminário, as organizações participantes contarão com mulheres líderes e que, por isso, terão de se multiplicar e colocar em prática tais conhecimentos.

Martina Moreira Moniz agradeceu ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e à Comissão Nacional de Eleições pelo apoio técnico e financeiro prestado para o sucesso deste ateliê.

Em nome dos participantes, Hortência Francisco Cá apelou aos políticos a promoverem a participação feminina, conforme é o compromisso assumido nas Nações Unidas.

Hortência Cá solicitou à Comissão Especializada da Assembleia Nacional Popular para a Área da Mulher e Criança, juntamente com a Comissão Nacional de Eleições, a manter de forma efetiva a ligação com todos os formandos ali presentes. Porque eles estão suficientemente preparados para oferecer o seu conhecimento ao serviço das duas instituições.

Cá defendeu que o desenvolvimento do nosso país tem de contar com a participação das mulheres, razão pela qual constitui um dever a integração delas em lugares de decisão.

“Mas, para isso, a própria mulher tem de estar preparada, daí os dois temas aqui ministrados, que nos imbuiu de conhecimentos capazes de mudar o paradigma desta terra, caso coloquemos na prática estas ferramentas”, assegurou.

Esta seminarista agradeceu à Comissão Especializada ANP para Área da Mulher e Criança e os seus colaboradores pela oportunidade concedida às mulheres líderes guineenses, na medida em que os temas ligados à liderança feminina, debatidos durante as duas fases de formação, lhes muniram de bagagens que serão aplicadas nas suas respetivas organizações.

Julciano Baldé

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