Agência Nacional de Caju informa que o país já exportou mais de 138 mil toneladas do produto

O presidente da Agência Nacional de Caju (ANCA) afirmou terça-feira que “até ao presente momento”, se registou a exportação de cerca 140 mil toneladas de castanha de caju da campanha deste ano.

Em declarações à imprensa, momentos depois da visita do Primeiro-ministro a nova sede da ANCA, Malam Djaura disse que comparativamente a 2016, o processo “está quase no mesmo ritmo”, não obstante algumas exigências dos empresários exportadores no que tange aos pagamentos ao Estado.

Fazendo uma perspetiva otimista, este técnico sénior do Ministério do Comércio disse que o setor de caju guineense está a “crescer”. Por isso, entende que deve ser “acompanhado e regulado, ao nível dos produtores, dos intermediários e dos exportadores”.

“ O processo de regulamentação deve funcionar duma forma, visando que, em cada campanha, satisfaça interesses legítimos de todos os interveniente no processo, incluindo o Estado, com o pagamento de impostos”, acrescentou.

Malam Djaura salientou que, devido a “concorrência na sub-região e no plano internacional”, o setor de caju deve estar organizado, por forma a potenciar a “sua capacidade concorrencial”.

Em 2016, de acordo com os dados oficiais, a Guiné-Bissau exportou mais de 200 mil toneladas da castanha de caju, fundamentalmente para as repúblicas de Índia e Vietname, onde são transformados, depois a sua amêndoa é comercializada, sobretudo nos mercados norte-americano e europeu.

Atualmente, a Guiné-Bissau é o quinto maior produtor mundial de caju, seguido da Índia, Vietname, Brasil e Costa do Marfim. O principal produto de exportação do país é o caju.

ANG

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